
Sabe aquela história de que tudo no passado era melhor? Isso se chama nostalgia, certo? E a do escritor Gil Pender (Owen Wilson), protagonista do novíssimo filme de Woody Allen, Meia-Noite em Paris, se manifesta em sua vontade de viver na capital francesa nos anos 1920, tempos áureos quando a intelectualidade do mundo parecia residir por lá.
Com esse mote, o excêntrico diretor nova-iorquino, Woody Allen, volta à cena em grande estilo, e aproveita a bela paisagem da capital francesa para, tendo em vista uma relação conturbada entre um noivo romântico e uma noiva pragmática, contar uma história repleta de situações e personagens inusitados.
Ao brincar com a nostalgia de Gil, Woody Allen o faz entrar numa espécie de máquina do tempo para se deparar com o universo passado do qual ele sempre sonhou. Um mundo repleto de personalidades, como os escritores Ernest Hemingway, Gertrude Stein, Scott Fitzgerald, os artistas Salvador Dalí, Pablo Picasso, Man Ray, Luis Buñel, entre muitos outros. Tudo isso em busca de inspiração para concluir seu primeiro romance.
E se colocar no lugar de Gil não é assim tão difícil. Se você gosta de futebol, por exemplo, é como se estivesse jogando uma partida com o Pelé, Maradona, Romário, Garrincha, Sócrates, Zico, Zidane e Ronaldo, tudo no mesmo campo. Assim, para entrar no clima do filme, é só se imaginar rodeado das pessoas que você mais gostaria de conhecer na vida, todas reunidas num mesmo local. Local, diga-se de passagem, que para Gil não poderia ser melhor: Paris, a belíssima Cidade Luz! Nada mau!
Muito divertido, o filme já está sendo considerado um dos maiores lançamentos entre todos os já realizados por Woody Allen. Só no Brasil, quase 100 cópias foram disponibilizadas. Então, se você estiver procurando uma "diversão-cabeça", porém amena, para um fim de semana, lembre-se: Meia-noite em Paris é um prato cheio!
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Créditos,Texto & Fontes: Bom Humor Natura





